“We want you to give us Open Source software, in fact we insist!”

22 02 2011

 

Cabinet Office lays down the open source law

Published 15:50, 22 February 11

Monday 21st February 2011 saw the first ‘Open Source System Integrators Forum’ held by the Cabinet Office and I’d like to share a few modest bits of news with you all…

Firstly, the occurrence of the event itself is news. The Cabinet Office assembled all the big System Integrators who make up the majority of UK Government and Public Sector IT spending, currently running between £16 billion to £21 billion every year.

The Message of the day was simple, and delivered with panache by Deputy Government CIO Bill McCluggage and other members of the Open Source team in the Cabinet Office (yes, that’s right – there is an Open Source team and a Director responsible for their plans). The message was “We want you to give us Open Source software, in fact we insist!”

E cá pelo burgo? quando vamos abrir os olhos?

Read the full article @ computerworlduk.com

Anúncios




Com quantos dentes pode alguém mentir? ou será apenas conflito de interesses?

20 02 2011

Este senhor escreveu no tek.sapo.pt o seguinte:

Ao contrário do que muitos supõem, Portugal tem uma forte indústria de software, com produtos muito bem posicionados em interessantes e lucrativos nichos de mercado, possuindo mesmo uma forte componente exportadora.

É por isso preocupante que, a propósito da discussão sobre as virtudes ou deméritos de estabelecer regras sobre as compras de software para a Administração Pública que se venha de alguma forma demonizar osoftware comercial, deixando no ar a ideia de que, pelo contrário, é no chamado “software livre” que reside a solução de todos os males e, mais estranho ainda, que seja por essa via que Portugal irá poupar dinheiro e criar valor para a sua indústria de software.

Nos últimos dez anos tornou-se claro que o chamado Open Source, ou “software livre”, longe de criar valor para as empresas que nele apostam, surge muitas vezes como um problema. Dois cenários têm surgido frequentemente no que diz respeito ao software livre: ou o software entra numplateau de estagnação tecnológica, com pouca ou nenhuma evolução ao nível da funcionalidade (que é, na verdade, o que sucedeu ao Linux); ou, para evoluir, o que era originalmente um projecto Open Source, acaba por ser adquirido por uma empresa e passa a ser comercial – que foi o que aconteceu já no início deste ano, com a aquisição da DimDim, um “software livre” na área das videoconferência e partilha de informação, pela SalesForce.

Para ler o artigo completo

Actualização:

Existe uma resposta no mesmo site ao artigo de opinião deixado pelo gestor anterior.

Ler resposta

Outra resposta





e-escola envolto em polémica

29 06 2009

dsc00153Noticia do TEK.

A Fundação para as Comunicações Móveis não é “fantasma”, tal como acusou, na passada quarta-feira, o líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, durante o debate quinzenal no Parlamento, estando afinal responsável pela estrutura de controlo da execução do programa e-escolas.

As explicações foram dadas pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, ao  Jornal 2 , nesse mesmo dia, que foi desafiado a prestar contas na AR.

Ao que indica esta sexta-feira a edição do  Jornal de Negócios , o MOPTC nunca revelou o orçamento da Fundação para as Comunicações Móveis nem como o dinheiro tem sido aplicado.

A Fundação para as Comunicações Móveis foi constituída em 2008, tomando a forma de Fundação, mas com os objectivos que tinha o fundo para a sociedade de informação acordado com os operadores móveis – Optimus, TMN e Vodafone – em 2007.

Ler artigo completo





Microsoft Portugal – mais um caso de ajuste directo

29 06 2009

trustSegundo o Tek

Depois da polémica em torno da impossibilidade de pesquisar informação no Portal criado para ajudar a dar transparência aos contratos realizados ao abrigo do novo Código dos Contratos Públicos, divulgando a informação relativa a estes procedimentos e à sua concretização, a plataforma é alvo de nova polémica.

De acordo com a edição de hoje do jornal Público, o contrato que ditou a escolha do parceiro para a criação da plataforma foi feita por ajuste directo e não passou por concurso público. O diário também refere a existência de derrapagens ao custo inicial do projecto adjudicado, mesmo antes de estarem activas todas as funcionalidades previstas originalmente. A Microsoft é a empresa envolvida no processo e a responsável pela execução do trabalho.

O Instituto da Construção e Imobiliário (InCI), entidade responsável pela execução do Código dos Contratos Públicos e pela criação de um portal, explicou ao diário que o projecto foi adjudicado à Microsoft em Junho do ano passado por 268.800 euros. O ajuste directo foi a fórmula escolhida pela “urgência de implementação do portal”, que teria de estar pronto com a entrada em vigor do novo código, como explicou a mesma fonte.

Ler Artigo Completo.

Entradas relacionadas com esta:





Várias do Blogue “o Vigia”

18 06 2009

1720-5299O tempo por estes lados escasseia e aproveito para deixar o link para algumas noticias que mostram o desenvolvimento do Software Livre por essa Europa fora.

Excluíndo Portugal que teima em atribuir sem concurso público por ajuste directo aos amiguinhos do costume como a JP Sá Couto, Microsoft entre outros, lá fora os nossos vizinhos apostam no Software Livre principalmente na educação.

Outros desenvolvimentos no blogue de “O Vigia”

______________________________________________________

Curiosidades:

Já repararam na discrepância de resultados quando se procura por EDGI+Microsoft?

No Google

No Bing da Microsoft

Também podemos procurar por Antitrust+Microsoft e observar os resultados.

Realmente o Bing dá-nos os resultados que mais convém à Microsoft.

Em comunicado, a Microsoft explica as principais melhorias, garantindo que o novo serviço traz uma forma diferente de apresentar resultados, que tenta ir mais encontro das necessidades do utilizador.





A Microsoft e os Governos (Actualização na Suiça )

1 06 2009

1720-5299Na Suíça as empresas que se queixaram contra a Microsoft e o governo Suíço obtiveram uma vitória parcial no  Tribunal Federal Administrativo.

Open-source firms win partial victory over Microsoft in Switzerland

The Swiss News Agency (SDA) reported on Thursday, 28 May, that the Swiss Federal Administrative Court had issued an immediately enforceable ruling (“Superprovisorische Verfügung”) that stops the award of a large federal government order to Microsoft.

The Swiss Federal Office for Construction and Logistics (BBL) had previously awarded an order to Microsoft for the extension of licences, maintenance and support worth 42 million Swiss francs, without putting it out to public tender. Many open-source firms – including the Linux suppliers Red Hat, Univention and Collax and the groupware specialists Zarafa and Open-Xchange – objected to this award procedure.

A regulation has been in force in Switzerland since 2004 that requires open-source software to be examined on the same basis as conventional proprietary products in procurement procedures at federal administrative level. Although, in principle, orders can be allocated directly without the issue of a public invitation to tender, there must be special reasons for doing so.

Ler noticia completa





A Microsoft e os Governos (duas noticias em uma )

27 05 2009

1720-5299A RedHat apresentou um protesto juntamente com mais 17 fornecedores de serviços e Software contra o Governo Suíço por contractos adjudicados à Microsoft sem concurso público

Na segunda noticia : foi quebrado um acordo de licenciamento de Software entre a Microsoft a Nova Zelândia que durava há 9 anos. Falharam as negociações entre as partes para a renovação por um período de mais três anos.

Também em Portugal a ESOP fez queixa de irregularidades em concursos públicos.

Ficam as duas noticias em baixo, clickar no texto para o respectivo desenvolvimento em inglês apenas

Red Hat Sues Switzerland Over Microsoft Monopoly

£8 million a year to Microsoft, with no public bidding. And that’s just the tip of the iceberg, say open source activists Linux vendor Red Hat, and 17 other vendors, have protested a Swiss government contract given to Microsoft without any public bidding. The move exposes a wider Microsoft monopoly that European governments accept, despite their lip service for open source, according to commentators.

Microsoft’s deal with New Zealand falls apart

“In a statement, the State Services Commission (SSC) said that negotiations for another three-year extension of the agreement failed when it “became apparent during discussions that a formal agreement with Microsoft is no longer appropriate.”
“SSC spokesperson Marian Mortensen said the government looked for value for money, fitness for purpose and strategic benefit in its negotiations. “We didn’t feel we got the appropriate levels of benefit from the negotiations,” she said.”